Paróquia de São Bento

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Paróquia de São Bento

Detalhes do registo

Nível de descrição

Fundo   Fundo

Código de referência

PT/BPARLSR/PRQ/AGH12

Tipo de título

Atribuído

Título

Paróquia de São Bento

Título paralelo

Batismos, casamentos e óbitos

Datas de produção

1583-09-18  a  1911-03-31 

Dimensão e suporte

45 livros, 1 maço e microfilme.

Entidade detentora

Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro

Produtor

Paróquia de São Bento

História administrativa/biográfica/familiar

São Bento foi elevada a freguesia independente em 1572, embora somente se conheçam registos paroquiais desde 1583, tendo como orago São Bento.De acordo com os últimos dados disponibilizados pelo INE-Instituto Nacional de Estatística, de 2011, a freguesia de São Bento era habitada por 2.000 pessoas.O povoamento é disperso e desenvolve-se desde o litoral, a sul até à Caldeira Guilherme Moniz, a norte até à Serra do Morião, confrontando a nordeste com a freguesia do Porto Judeu, a nascente com a freguesia da Ribeirinha e a poente com a freguesia da Conceição.A indústria fabril de lacticinios nasceu em 1886 no lugar do Reguinho, o que originou desenvolvimento da freguesia.É uma das freguesias que vive de maõs dadas com a cidade de Angra do Heroísmo e que lhe serve de suporte, por ser uma extensão da mesma, pelo que o sector dos serviços também abarca uma grossa fatia da população activa que se desloca e trabalha na cidade, não esquecendo outras actividades como a carpintaria, construção civil e ramo imobiliário.

Localidade

Freguesia de São Bento

História custodial e arquivística

Após o Concílio de Trento (1545-1563) foi introduzido lentamente o uso do registo paroquial no nosso país, embora, já antes nas constituições diocesanas, celebradas em Lisboa, em 1563, ficasse determinado que “em cada igreja houvesse um livro em que se escrevesse os batizados e finados”.No decorrer da proclamação da República é imposto pelo Estado Português a existência de um Registo Civil para todos, plasmada na publicação do Código de 19 de fevereiro de 1911. Este regulamento além de obrigar ao uso do registo civil para registar os atos de nascimento, casamento e óbito (entre outros), impõe a primazia do registo civil sobre a versão religiosa. A obrigatoriedade da entrega de todos os livros paroquiais para uso nas Conservatórias do Registo Civil decretada neste código teve como efeito prático que esses livros se encontrem atualmente nos acervos dos Arquivos Distritais.

Âmbito e conteúdo

Contém os livros de registo de batismos, casamentos e óbitos da paróquia.Inclui, ainda, livros de visitas e registos de pastorais, livro de reconhecimentos (perfilhações) e rol de confessados.

Sistema de organização

Ordenação cronológica por séries.

Condições de acesso

Comunicáveis, conforme previsto no DL nº. 16/93, de 23/01 (Artº. 17º.) - Regime Geral de Arquivos e do Património Arquivístico e na Lei nº. 107/2001, de 08/09 (Artº. 73º.) - Lei de Bases do Património Cultural.

Condições de reprodução

Impressão livre das digitalizações on-lineCertidões por solicitaçãoLivre reprodução desde que o estado de conservação o permita e determinações legais.Sujeito à tabela de emolumentos.

Idioma e escrita

Português

Instrumentos de pesquisa

Inventário on-line (Archeevo) e Guia.

Existência e localização de originais

Depósito Intermédio - Bloco 2; Estante 3; Prateleiras 4 e 5.

Existência e localização de cópias

http://www.culturacores.azores.gov.pt/ig/registos/default.aspx?serie=0&ilha=1&concelho=10Microfilmes: rl 30-31, item 1-2 (Casa Forte)

Notas

Os documentos encontram-se digitalizados e podem ser consultados através do link que está acima indicado na Documentação associada - existência e localização de cópias.

Data de publicação

19/04/2018 10:23:08