Fenix Angrence

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Fenix Angrence

Detalhes do registo

Nível de descrição

Unidade de instalação   Unidade de instalação

Código de referência

PT/BPARPD/PSS/MEC/0189

Tipo de título

Formal

Título

Fenix Angrence

Datas de produção

1874  a  1875-01-30 

Dimensão e suporte

1 liv. (316 f. numeradas e 17 f. não numeradas)

História custodial e arquivística

Cópia custou 265$870 réis, incluíndo neste preço os 1$500 réis de conferência de cada caderno e o preço de 11$810 réis de papel. A encadernação foi feita em São Miguel por João Maria Martins e custou 14$200 réis

Âmbito e conteúdo

Cópia da parte genealógica mandada tirar por Ernesto do Canto do original, na posse de Miguel do Canto e Castro, por João António Lopes Vinga, conferida por Luís Carlos Rebelo Trindade, 1º oficial da Biblioteca Nacional de Lisboa, perito paleográfo.Contém uma capilha com genealogias relacionadas com o livro (acrescentos?)

Cota atual

189Dep. 2, 355/2

Tipo u.i.

Existência e localização de cópias

Outra cópia tirada do mesmo original encontra-se na Torre do Tombo (Direção-Geral de Arquivos)

Notas de publicação

Referência bibliográficaMALDONADO, Manuel Luís, 1644-1711 - Fenix angrence : parte genealógica / Pe. Manuel Luis Maldonado. - Angra do Heroísmo : Direcção Regional da Cultura, Centro de Conhecimento dos Açores, 2007. - 31 p. : il. ; 12 X 13 cm + 1 CD-ROM em bolsa

Notas

Data do documento original: c. [1694-1708]Em 1908 o original era propriedade do Visconde de Meireles (Francisco de Meneses Meireles do Canto e Castro, 1850-1915)Padre Manuel Luís Maldonado [n. Angra, 8.9.1644 ? m. ibid., 14.10.1711], filho do condestável da artilharia do Castelo, Amaro Luís e de Isabel Gonçalves, continua um enigma genealógico o nome Maldonado. Começou por seguir as pisadas do pai e foi nomeado condestável (1.3.1670) para ocupar a vaga deixada pela sua morte e nesse documento se diz que servirá já como artilheiro. Em 1674 foi substituído por se ter ordenado sacerdote. Frequentou por nove anos o Colégio dos Jesuítas em Angra onde foi aluno do padre Manuel Lourenço Rebelo, de quem tece um entusiasmado elogio. Foi ordenado sacerdote a 1 de Setembro de 1674 e logo de seguida nomeado capelão menor do castelo de S. João Baptista, em 1689 passou a capelão mor e a administrador do Hospital Militar da Boa Nova. É dado como licenciado, mas supõe-se haver equívoco pois não consta que tenha frequentado qualquer universidade ou sequer saído da Terceira.Interessou-se desde o tempo de estudante pela história e dedicou o melhor do seu labor na investigação e a escrever a Fenix Angrence, uma extensa crónica sobre a história da ilha Terceira composta por duas partes, uma primeira genealógica e outra, como provas, da crónica propriamente dita da ilha desde o seu descobrimento até ao final do século XVII. É uma obra erudita, bem pensada e da melhor historiografia açoriana. O seu autor mostra-se seguro na formação humanista e um profundo conhecedor dos arquivos da ilha, fundamentando com vasta documentação que transcreve as suas afirmações. A parte genealógica é também segura e serviu mesmo como prova na sucessão de morgadios, o que atesta a sua fiabilidade. É uma historiografia apologética destinada a dar ânimo e a fazer renascer das cinzas a grandeza de Angra.A obra de Maldonado foi estudada por Manuel Coelho Baptista de Lima e a parte histórica publicada por Helder Lima. A parte genealógica, de que se conhecem dois autógrafos com diferenças entre si, continua inédita. Todos os autógrafos conservam-se na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo.http://www.culturacores.azores.gov.pt/ea/pesquisa/Default.aspx?id=8597 (disponível em 9 mar. 2016)

Data de publicação

20/04/2020 13:43:00